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Alunas do Colégio UNIFEMM se destacam com projeto sobre Acessibilidade para Todos

Você já parou para pensar que uma das maneiras de promover a inclusão dos surdos na nossa sociedade é fazendo com que todos aprendam a falar a “língua” deles? Foi exatamente nisso que um grupo de alunas do Colégio UNIFEMM pensou para desenvolver seu projeto sobre acessibilidade. 

No trabalho intitulado “Acessibilidade para Todos - A Inclusão do Ouvinte no Contexto da Surdez”, as alunas Carolina Borges de Almeida, Eduarda Lima Barboza, Fernanda Cristina dos Santos Viana, Maira Lima dos Santos e Maria Alice dos Reis do 2º ano, tiveram como um dos objetivos a inclusão da disciplina de Libras no Ensino Fundamental I e II do Colégio para que os alunos possam ficar preparados para se comunicarem com colegas de sala que possuem deficiência auditiva. 

Com a divulgação desse trabalho, as estudantes ainda almejam que a iniciativa inspire o surgimento de outros colégios que promovam a capacitação dos alunos para uma comunicação correta na Língua Brasileira de Sinais. De acordo com uma das integrantes do grupo Eduarda Lima Barboza, “uma vez incitado o interesse não apenas dos alunos, como também de professores e até mesmo de familiares e amigos, o grupo atingirá o principal objetivo do trabalho: fazer com que a acessibilidade aconteça, uma vez que a comunicação é o primeiro passo para que haja a inclusão, para que se promova a acessibilidade”.

As estudantes buscaram inspiração para o projeto do próprio meio em que convivem. De acordo com Eduarda, “a população brasileira conta com uma parcela considerável de surdos ou deficientes auditivos (cerca de 9,7 milhões), entretanto ainda existem vários tabus a respeito da comunidade surda em meio à sociedade ouvinte. Notou-se então a pertinente falta de acessibilidade e inclusão no âmbito social, uma vez que poucas pessoas conhecem a Segunda Língua oficial brasileira e a língua materna dos Surdos: a Libras”.

Para desenvolver o trabalho, o grupo conversou com intérpretes, profissionais da educação engajados no assunto, mães de surdos e, principalmente, com os surdos. Durante o desenvolvimento, ainda fizeram uma descoberta que transformou o modo de pensar das meninas. Conhecendo diversas histórias viram que a empatia é um sentimento que pode modificar a vida do próximo. 

O projeto foi apresentado primeiro na MOCTEC (Mostra de Ciência e Tecnologia), uma feira do Colégio UNIFEMM, criada e realizada pelo professor Eduardo Neves. Em seguida, o grupo organizou uma roda de conversa com os alunos dos 6º e 7º anos do próprio Colégio e na Escola Estadual João Rodrigues da Silva, em Prudente de Moraes, para despertar em outros estudantes o interesse pelo assunto. 

O grupo ainda teve a oportunidade de apresentar o trabalho para o Pró-Reitor do UNIFEMM e na 7º FEBRAT (Feira Brasileira de Colégios de Aplicação e Escolas Técnicas) que acontece no Centro Pedagógico da UFMG.

De acordo com as alunas, desenvolver esse projeto trouxe muito aprendizado, mudou a forma como elas viam as pessoas, além de quebrar muitos paradigmas. Na conclusão do trabalho, as alunas deixaram uma reflexão que fazem questão de passar adiante: “somos inclusivos o suficiente a ponto de nos colocar no lugar do outro sem estarmos passando pelo mesmo que ele?”.  
 

Saiba mais sobre o Colégio UNIFEMM: 

Referência no aprendizado em Sete Lagoas há 05 anos, o Colégio UNIFEMM é mais um passo que o Centro Universitário de Sete Lagoas dá no cumprimento de sua missão: assegurar o aperfeiçoamento e a ampliação de um programa de formação de profissionais éticos e competentes, em condições de desempenhar o papel de agentes ativos no processo de desenvolvimento regional, buscando integrar a região às transformações e desafios da sociedade contemporânea.

Fundado em 2011, nasceu pra ser uma escola de ensino médio com formação técnica em administração, com a metodologia de ensino SEBRAE e LUZIANA LANNA IDIOMAS. Mas devido ao enorme sucesso, foi iniciado em 2013 a Educação Fundamental II do 6º ao 9º ano com ênfase em finanças pessoais (6º ano), educação doméstica (7º ano), sustentabilidade ambiental (8º ano) e responsabilidade social (9º ano). 
 

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