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Virada Empreendedora propõe novas ideias para impulsionar a economia

Graduado em Administração há cinco anos, Felipe de Amorim Ferreira estava novamente sentado em uma carteira na sala de aula recordando seus tempos de estudante. Na sua frente, peças do famoso brinquedo Lego faziam sua cabeça não só voltar para a infância, mas também pensar em seus clientes. O que trouxe o ex-aluno do UNIFEMM de volta ao Campus não foi o saudosismo, mas sim a sua vontade de inovar nos negócios.

Ao se formar em 2013, Felipe se tornou um empresário e este ano se inscreveu na Virada Empreendedora, realizada no dia 5 de outubro, em parceria com os grupos Santa Helena Valley, Helenas da ACI e o Sebrae. No total, duas mil pessoas esgotaram as vagas das 26 atividades preparadas para durar 10 horas ininterruptas, como debates, palestras e oficinas. “Este é o principal sinal de que estamos no caminho certo ao pensar a programação do evento. O que vem sendo desenvolvido ao longo do tempo criou uma confiança por parte tanto dos alunos, quanto da sociedade”, comemora Luciana Branco, coordenadora do curso de Administração e uma das principais mentoras da Virada Empreendedora.

Uma das principais novidades desta 3a edição do evento foi incluir oficinas que possibilitavam aos participantes, de forma criativa, desenvolverem suas ideias e visualizarem a implementação no mercado. “É uma forma de materializar o que é falado nos cases de sucesso ou mesmo dos caminhos a serem percorridos na jornada empreendedora”, explica Luciana Branco.

Foi com essa intenção que o empreendedor Felipe Ferreira ficou frente à mesa encoberta de peças de Lego. “Essa oficina faz com que o empresário, junto com essa ideia do brinquedo, possa refletir a jornada do cliente dele, de forma a pensar em todas as fases do processo, como o antes, o durante e o depois da compra do produto ou serviço”, explica Wagner Nogueira, analista técnico do Sebrae Minas e responsável pela oficina “Prototipe: proposta de valor e jornada do cliente”. Para ele, o Lego é um brinquedo instigador e remete aos bons tempos de criança. “Isso deixa talvez até a mente mais aberta e mais criativa para poder pensar em um assunto sério”, avalia.

Depois de montar e desmontar o Lego, Felipe começou a pensar em seu próprio negócio de forma diferente. “Muitas vezes ficamos preocupados com questões operacionais, do dia a dia, mas falta pensar na gestão, na empatia com o cliente. Foi importante participar da Virada Empreendedora para reciclar conhecimentos, elaborar novas estratégias e reformular o planejamento”, garante o ex-aluno do UNIFEMM.

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