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Pesquisa indica queda no valor da Cesta Básica em Sete Lagoas

As ondas de calor em pleno inverno ajudaram na balança financeira das famílias de Sete Lagoas. Com períodos de maior temperatura, houve uma maior produção de tomate e com isso uma queda nos preços. O produto, que foi considerado um dos principais vilões dos preços altos, agora virou mocinho e, em julho, apresentou uma redução de 30,48% nos preços em relação ao mês anterior. Com isso, puxou para baixo o custo da Cesta Básica nos principais supermercados da cidade.

A pesquisa realizada pelo Núcleo de Estudos Econômicos e Sociais (NEES) do R$332,71, o UNIFEMM indica que a Cesta Básica Restrita teve uma redução de 3,4% no período e custou para o consumidor que representa 34,88% do salário mínimo. Além do tomate, também foram responsáveis pela queda a batata, com uma redução de 16,15%, o feijão carioquinha (-10,83%) e o café (-7,88%). Do outro lado da ponta, as altas foram puxadas pelo leite tipo C, com aumento de 14,27%, o arroz tipo 1 (4,29%) e a margarina vegetal (1,9%).

A Cesta Básica de Consumo Restrito é formada por 13 produtos alimentícios e serve como um dos principais parâmetros para calcular a inflação no Brasil. Em Sete Lagoas, a pesquisa do NEES mostra uma série de quedas no grupo de produtos. Nos últimos 12 meses a redução chegou à 3,3% e em 2018 essa variação negativa é de 3,65%.

Se comparado com o resultado do IPEAD, o custo da cesta básica em Sete Lagoas está 10,9% mais baixo do que o encontrado em Belo Horizonte, apesar da queda de 2,85% apresentada na capital mineira. As reduções no custo dos alimentos foram encontradas em 19 das 20 capitais brasileiras. As mais expressivas foram em Cuiabá (-8,67%), São Luís (-6,14%), Brasília (-5,49%), Belém (-5,38%), Rio de Janeiro (-5,32%) e Curitiba (-5,12%).

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