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UNIFEMM inclusiva: vencendo barreiras

Com um largo sorriso no rosto, como se fosse um cartão de visita, Maria Carolina Brandão é enfática: “O curso de Direito para mim sempre foi um sonho.” Popular entre os colegas, aos poucos ela alcança sua meta ao finalizar o 5o período do curso no UNIFEMM. A inspiração veio de casa, que conta com advogado, juiz e promotor. Apesar de parecer uma história comum a muitos estudantes de graduação, Carol, como é conhecida entre os amigos, faz parte de uma minoria de pessoas com deficiência que chegam ao ensino superior. Ela se enxerga como uma vencedora e já faz planos. “Primeiro quero formar e depois vou fazer o concurso para Delegada Federal”, garante.

Assim como Carol, diversos estudantes conquistaram uma vaga na graduação e passaram a sonhar com um futuro promissor através do desenvolvimento do programa de Educação Inclusiva do UNIFEMM, pioneiro na região. Diferente da Educação Especial, na Escola Inclusiva a educação é entendida como um processo social, onde todos os alunos com deficiência, seja ela qual for, estão inseridos no mesmo ambiente e frequentam as mesmas aulas, de forma a valorizar as diferenças.

A inclusão começa com a parte física do Campus. Todos os prédios do Centro Universitário estão equipados com rampas de acesso, mesas adaptadas, em alguns casos, há os elevadores especiais e os pisos táteis. “Desta forma, garantimos que esses alunos possam transitar por todo o Campus com segurança e autonomia, que é um dos princípios da inclusão”, explica Poliana Oliveira, psicóloga e profissional de apoio do UNIFEMM.

Mas o processo de inclusão não fica restrito apenas à acessibilidade física dos estudantes. Também passa pela construção pedagógica. Todos os professores que terão um aluno com deficiência em sala de aula passam por reuniões com a equipe pedagógica para conhecer melhor os processos. Para cada aluno é formulado um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI), no qual se encontram os dados, as necessidades e as sugestões de intervenções necessárias para a inclusão.

“De acordo com esse PDI, os professores preparam os conteúdos e avaliações adaptadas às necessidades específicas. É importante frisar que os conteúdos são os mesmos, pois não se pode dar um conteúdo diferenciado, o que não seria uma inclusão. A diferença está somente na forma como é tratado”, observa Deborah Meireles, psicóloga do UNIFEMM e coordenadora do projeto de inclusão.

Listado entre os melhores alunos de Engenharia Civil, Tiago José Ferreira Reis está regular no 8o período. Por onde passa pelo Campus, ele está acompanhado pela intérprete de libras Ilce Aparecida Pontelo Mota, que sempre serve de interlocutora. Deficiente auditivo, Tiago encontrou o ambiente propício para estudar e pensar no futuro. “Fui recebido muito bem. A faculdade providenciou uma intérprete e os professores adaptaram as aulas para que eu pudesse entender, com imagens e vídeos com legenda”, afirmou. Além de ser reconhecido como um bom profissional, o estudante de engenharia sonha em viajar o mundo. “Eu quero vencer essas barreiras”, garante.

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