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O papel das maquetes marca o início das aulas na Arquitetura do UNIFEMM

O semestre letivo nem começou, mas a Arquitetura do UNIFEMM inicia o ano com novidades. Na próxima quarta-feira, 7 de fevereiro, o curso realiza a palestra “Mão na massa: o uso da maquete na Arquitetura e Urbanismo”, com o objetivo de discutir a importância do uso das maquetes não só como ferramenta de trabalho, mas também na formação dos futuros profissionais. O evento será gratuito, aberto ao público, mas com vagas limitadas. Os interessados devem se inscrever Aqui.

Para falar sobre o assunto, foi convidado o professor da UFMG e da PUC-Minas, Tiago Lourenço, com vasta experiência na área. Além de conversar sobre a sua trajetória como um dos principais maquetistas de Belo Horizonte, Tiago também vai abordar a importância da utilização das maquetes pelo arquiteto. “A ferramenta tem um papel fundamental no processo criativo do profissional da arquitetura”, garante o professor.

O convite para a palestra do professor Tiago Lourenço surgiu em uma ocasião especial. O UNIFEMM adquiriu para o curso de Arquitetura uma maqueteira, que começará a ser utilizada a partir deste primeiro semestre. Para ele, a construção de maquete contribui e traz um diferencial para os futuros profissionais. “É um processo cognitivo, pois o aluno formula melhor o que está projetando”, explica.

“Alguns cursos de arquitetura não utilizam mais a construção das maquetes, o que dificulta o aprendizado do aluno. Ao adquirir essa máquina, o UNIFEMM contribui para a formação completa dos futuros profissionais. São poucas as faculdades que têm esse equipamento no Brasil”, garante.

Mesmo com o surgimento de programas avançados para mostrar os ambientes em 3D, as maquetes continuam tendo sua devida importância na Arquitetura. “Elas diminuem a abstração que os desenhos em 3D têm, e que muitas pessoas ainda têm dificuldade de visualizar. Assim, conseguem trazer para a realidade os projetos e facilitam a sua percepção de espaços, volumes”, explica o professor. Por um tempo, os desenhos em 3D pareceram dominar o mercado nos escritórios de Arquitetura. Mas, segundo Tiago Lourenço, o surgimento das maqueteiras, máquinas de corte a laser para a modelagem, as maquetes voltaram ao mercado. “Antes estes cortes eram feitos à mão, agora ficou automatizado, o que facilitou o trabalho. A montagem ainda requer habilidade manual, pois é feita artesanalmente”, observa.

O convite para a palestra do professor Tiago Lourenço surgiu em uma ocasião especial. O UNIFEMM adquiriu para o curso de Arquitetura uma maqueteira, que começará a ser utilizada a partir deste primeiro semestre. Para ele, a construção de maquete contribui e traz um diferencial para os futuros profissionais. “É um processo cognitivo, pois o aluno formula melhor o que está projetando”, explica.

“Alguns cursos de arquitetura não utilizam mais a construção das maquetes, o que dificulta o aprendizado do aluno. Ao adquirir essa máquina, o UNIFEMM contribui para a formação completa dos futuros profissionais. São poucas as faculdades que têm esse equipamento no Brasil”, garante.

Criado em meio a maquetes, Tiago Lourenço é filho de um dos mais antigos e importantes maqueteiros de Minas Gerais, Aristides Lourenço. Atualmente, além de ser professor na UFMG e PUC-Minas, Tiago está à frente da empresa fundada pelo pai há 50 anos. Seus trabalhos estão expostos na sala Vilas Mineiras, no Memorial de Minas Gerais, localizada no Circuito Cultural da Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Doutorando em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG, o maquetista é Técnico Industrial em Edificações, licenciado em História e especialista em Revitalização Arquitetônica e Urbanização.

 

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